Estudo mostrou que a comunicação entre dois tipos celulares – os astrócitos e a micróglia – no cérebro é determinante para o desenvolvimento da doença.

Vesículas extracelulares carregam moléculas com antígenos tumorais capazes de interagir diretamente com receptores dos linfócitos.

Cientistas pretendem criar uma nova abordagem para ‘atacar’ de forma mais rápida as células tumorais.

Cientistas identificaram uma subespécie altamente tóxica de oligômeros beta-amiloides até então desconhecida, que parece impulsionar diversas das primeiras alterações cerebrais do Alzheimer.

Avanço pode contribuir para fortalecer a segurança alimentar global.

Mini-tumores cultivados em laboratório mimetizam os tumores originais.

Resultados pré-clínicos mostraram que a dopamina tem um papel-chave na realização do movimento, e não apenas controla sua velocidade ou força.

Nos testes iniciais, novo método atingiu correlação de aproximadamente 94% com o método padrão.

Pesquisadores mostraram que podem estimular forte resposta imune antitumoral.

Pesquisa é mais um passo para o controle da doença que afeta plantações em todo o mundo.

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