Estudo indicou que um pequeno aumento no consumo de alimentos ultraprocessados diminui a capacidade de atenção e contribui para aumentar risco de demência.

Estudo conseguiu identificar potenciais biomarcadores para o início da demência em amostras fecais.

Um único episódio de confusão mental aguda e temporária no hospital já pode ser um fator de risco significativo para outras complicações graves de saúde.

Estudo avança na compreensão de mecanismo ligado à comunicação do eixo pulmão-cérebro.

Espaços verdes, poluição do ar e iluminação artificial podem modificar os riscos associados à demência.

Consumo diário de cafeína, do café ou do chá, mostrou efeito neuroprotetor após análise de dados de dois grandes estudos realizados nos EUA.

Pesquisadores esperam predizer a resposta clínica antes do início da terapia, a partir do comportamento de linfócitos T CD8.

Grupo de trabalho também conta com pessoas com demência para ajudar a traçar as melhores ações inclusivas.

Estudo identificou alterações importantes no córtex cerebral de pessoas com psicose.

Estudo mostrou que a comunicação entre dois tipos celulares – os astrócitos e a micróglia – no cérebro é determinante para o desenvolvimento da doença.

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