Estudo mostrou que peixes que se adaptaram para viver em águas mais quentes apresentaram diferenças físicas e genéticas em relação aos pares que vivem em temperaturas mais baixas.
Projetos de pesquisa conduzidos no laboratório envolvem rios e riachos da Mata Atlântica e o monitoramento de rios amazônicos em função de grandes empreendimentos.








