Com publicação científica

PeopleImages via Shutterstock
Por Redação SciAdvances
Fonte
Áreas
Compartilhar
A teranóstica – um dos pilares da Medicina de Precisão – é uma nova abordagem que integra diagnóstico e tratamento, principalmente em casos de câncer.
Ultimamente, a teranóstica tem avançado com moléculas específicas que se unem a alvos cancerosos, e podem ser identificadas por tomografia ou ressonância magnética, ao mesmo tempo podem emitir alguma partícula terapêutica ou acionar algum feito terapêutico, como o fotoaquecimento.
Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG) desenvolveram uma nova plataforma de nanopartículas magnéticas com propriedades que podem ser ajustadas a partir do controle do tamanho dessas estruturas.
O estudo explorou o conceito de que o comportamento coletivo de nanopartículas depende do modo como são agregadas, e isso pode levar a aplicações teranósticas.
Os pesquisadores conseguiram obter nanoestruturas magnéticas à base de ferrita de manganês, com diversos tamanhos, através do ajuste da força iônica em um meio coloidal, e mostraram que características essenciais para aplicação teranóstica podiam ser obtidas com diferentes tamanhos dos agregados.
A nova plataforma poderia viabilizar novos agregados nanotecnológicos que poderiam ser usados para diagnóstico e tratamento de vários tipos de cânceres.
O estudo, publicado na revista científica ACS Applied Nano Materials , foi desenvolvido pelo Dr. Andris Bakuzis, professor do Instituto de Física da UFG; pelo Dr. Marcus Vinícius Araújo, doutor em Física pela UFG, e por Carlos Eduardo Ribeiro, bacharel em Física Médica pela UFG.
Os pesquisadores mostraram que é possível selecionar nanopartículas magnéticas com características específicas para diferentes usos na área da saúde.
Os resultados mostraram que o tamanho dos aglomerados de nanopartículas influencia diretamente suas propriedades magnéticas, de contraste e fototérmicas.
Isso pode permitir a dualidade da aplicação do material tanto para diagnóstico, como por exemplo em imagens de ressonância magnética, como também em casos de terapia fototérmica.
Publicidade
Últimos avanços

Liline Fermin, Universidade Maastricht

PeopleImages via Shutterstock

MargJohnsonVA via Shutterstock

vectorfusionart via Shutterstock
Publicidade
Autores/Pesquisadores Citados
Instituições Citadas
Publicação
Acesse o artigo científico completo (em inglês).
Publicidade
Outros avanços

Universidade de Chicago



