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Por Redação SciAdvances
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Um estudo retrospectivo unicêntrico realizado no Norte de Portugal, publicado na revista científica Sinapse sob a liderança do Dr. Rui Araújo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), analisou o perfil das queixas cognitivas suspeitas de 283 pacientes, potencialmente associadas à demência.
A pesquisa indicou que ter mais de 76 anos, demonstrar apatia e olhar sistematicamente para um familiar ou cuidador são alguns dos sinais de alerta de doença neurodegenerativa, como a doença de Alzheimer.
O professor Rui Araújo destacou que, na falta de exames complementares específicos, é importante ter atenção sobre o perfil de queixas cognitivas e antecedentes médicos que podem representar maior risco de demência.
Segundo o professor, é importante reconhecer precocemente os casos suspeitos de doença neurodegenerativa para avançar com exames complementares (neuropsicológicos, bioquímicos e de imagem) e tratar os sintomas o mais cedo possível, a fim de preservar a autonomia e promover a qualidade de vida por mais tempo.
O pesquisador também lembrou que a realização de exercício físico regular, alimentação saudável, rotinas de sono e atividades cognitivas ajudam a atenuar a evolução da demência e podem ser intervenções precoces.
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