Pesquisadores prepararam bebida enriquecida com folato formulada com subproduto de uva e soro de leite, e fermentada por microrganismos específicos potencialmente probióticos que aumentam o conteúdo natural da vitamina B9.

Polpa da pitaya vermelha fermentada com probióticos é capaz de ativar gene responsável pela regulação da autofagia.

Pesquisadores já obtiveram resultados promissores nas fases de extração e encapsulamento dos compostos ativos.

Extrato de caroço de açaí, que contém polifenóis, apresentou resultados semelhantes à metformina em estudo com animais alimentados com dieta gordurosa.

Preparação com proteína texturizada demonstrou teor significativo de ferro, zinco, magnésio e manganês.

Pesquisa não encontrou evidências convincentes da dicotomia simples entre ação pró-inflamatória do ômega-6 e ação anti-inflamatória do ômega-3.

Resultados mostraram que o arsênio e o iodo são os dois elementos químicos que limitam o consumo de macroalgas em termos de segurança, principalmente de macroalgas castanhas.

Adição de açúcar ou gorduras saturadas ao café diminui o benefício da redução do risco de mortalidade por todas as causas.

Utilizando a bactéria Lactiplantibacillus plantarum 299v (Lp299v) como microrganismo, a equipe de pesquisa fermentou os pulses obtidos a partir de concentrações variadas de farinhas de feijão preto, feijão-fradinho, ervilha-verde-partida, lentilha-vermelha e feijão-carioca.

Em nove capítulos, o e-book aborda temas como frutos amazônicos como fontes de aplicações biotecnológicas; alimentos funcionais desenvolvidos a partir dos frutos da Amazônia; potencial dos frutos amazônicos para a produção de enzimas microbianas e tendências para utilização dos frutos amazônicos na indústria de alimentos, entre outros temas.

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