Objetivo é criar ferramentas de IA para futuras terapias de estimulação cerebral profunda.

Nova abordagem permite análise quantitativa do envolvimento de oligodendrócitos nos processos iniciais de mielinização.

Cientistas analisaram amostras de sangue e da medula espinhal de quase 300 pacientes (vivos e falecidos) com formas de ELA genética e não genética.

Com novo investimento, pesquisa deve avançar para estudos clínicos em humanos.

Estudo indicou que um pequeno aumento no consumo de alimentos ultraprocessados diminui a capacidade de atenção e contribui para aumentar risco de demência.

Nova tecnologia reproduz sinais cerebrais complexos.

Um único episódio de confusão mental aguda e temporária no hospital já pode ser um fator de risco significativo para outras complicações graves de saúde.

Em estudo com animais, técnica avançada evitou efeitos colaterais indesejados que outras técnicas podem causar.

Resultados podem ajudar em pesquisas sobre o Alzheimer.

Pesquisa básica pode ter desdobramentos importantes no tratamento de transtornos do neurodesenvolvimento.

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