Ansiedade e pensamentos negativos na TDAH e autismo podem ser caminhos que interferem na dor crônica.

Cientistas pretendem melhorar a eficácia de medicamentos contra a dor, com menos efeitos colaterais.

Especialista da Clínica Mayo, nos EUA, apontou possibilidades de descompressão nos nervos occipitais, supraorbital e supratroclear.

Ferramenta, que incorpora modelos de linguagem e visão que interpretam expressões faciais de recém-nascidos, poderia ser usada para auxiliar decisões médicas em UTI neonatal.

Exercícios físicos e sono com mais qualidade podem reduzir dor lombar e diminuir a dependência de medicamentos.

Pesquisadores investigaram as associações entre o tipo, a localização e a intensidade da dor em todo o corpo e o desenvolvimento de hipertensão arterial.

Consumir alimentos nutritivos de modo balanceado contribui para a redução da dor musculoesquelética crônica.

Testes em animais mostraram alívio de diferentes tipos de dor.

Pesquisadores identificaram gene específico como transportador neuronal de poliamina, que atua na regulação da resposta de alguns nervos a estímulos dolorosos.

Programa Pew busca promover a ciência na América Latina, apoiando pesquisas de pós-doutorado em instituições de pesquisa líderes nos EUA e fornecendo financiamento adicional caso as bolsistas optem por abrir laboratórios em seus países de origem.

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