Estudo transversal com 345 participantes mostrou o bom desempenho do teste rápido, que pode ser usado em regiões com infraestrutura limitada.

Pesquisadores testaram o DNA livre de células como um biomarcador da ELA.

Redes neurais com convolução quântica, usadas em conjunto com redes clássicas, permitem reduzir significativamente o número de parâmetros do modelo, com bom desempenho em termos de acurácia.

Pesquisadores criaram ambiente virtual no qual um agente virtual (avatar) guia os pacientes durante procedimento robotizado.

A técnica desenvolvida é baseada na citometria de fluxo e reduz drasticamente o tempo de análise para obtenção do diagnóstico.

Método usa análises espectroscópicas utilizando luz na faixa do infravermelho.

Dispositivo usa tecnologia Raspberry Pi para processar imagens obtidas por câmera embarcada e compará-las com imagens de referência.

Sensores de baixo custo desenvolvidos com eletrodos revestidos com DNA poderiam ser utilizados em consultórios médicos ou em casa para o diagnóstico de várias doenças infecciosas.

Novo método melhora a acessibilidade da detecção de biomarcadores, eliminando a necessidade de especialistas técnicos para realizar a análise de imagens.

Resultados do estudo mostraram que os testes MCED têm o potencial de identificar 31% a 49% dos cânceres em estágio I ou II que, de outra forma, se apresentariam em estágio III ou IV.

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