Cientistas conseguiram recuperar a memória em camundongos idosos e com doença de Alzheimer ao nível de animais jovens saudáveis.

Estudo mostrou que a comunicação entre dois tipos celulares – os astrócitos e a micróglia – no cérebro é determinante para o desenvolvimento da doença.

Cientistas identificaram uma subespécie altamente tóxica de oligômeros beta-amiloides até então desconhecida, que parece impulsionar diversas das primeiras alterações cerebrais do Alzheimer.

Estudo representou um passo importante no teste de novo dispositivo de ultrassom, e o próximo estudo clínico já está sendo planejado.

Pesquisadores realizaram o estudo em animais vivos, enquanto se movimentavam naturalmente.

Iniciativa contou com a participação de especialistas convidados para a discussão dos conceitos e trouxe como abordagem os novos avanços para prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

Medicamento será usado em exames de tomografia por emissão de pósitrons (PET).

Em modelos experimentais, pesquisadores mostraram ações importantes de peptídeos macrocíclicos sobre a formação de amiloides.

Em estudo com dois modelos de camundongos com a doença de Alzheimer, o novo composto mostrou efeitos neuroprotetores e anti-inflamatórios.

O e-book aborda temas como a Ambiência em instituições de longa permanência para idosos (ILPI): percepções de moradores e familiares; a interdisciplinaridade e a interprofissionalidade na percepção dos profissionais de saúde que atendem a pessoa idosa e ensino de uso de tablets para idosos no contexto de uma universidade da terceira idade, entre outros temas.

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