Células T geneticamente modificadas permaneceram vivas, continuaram se dividindo, produziram citocinas e mataram células tumorais com eficácia.

Estudos têm avançado com a estratégia de usar bactéria do solo geneticamente modificada para consumir nutrientes de tumores sólidos.

Potencial alvo terapêutico poderia ser uma alternativa em câncer com opções limitadas em estágios avançados.

Descobertas podem orientar o desenvolvimento de novos medicamentos.

Pesquisadores usaram dados do Biobanco do Reino Unido para validar ferramenta de aprendizado de máquina que pode prever risco de câncer a partir da resistência à insulina.

Estratégia aumenta sensibilidade das células leucêmicas a medicamento.

Proteína identificada pelos pesquisadores tem papel importante na sinalização tumoral.

Supercomplexo proteico propicia criação de motor osmótico.

Pesquisa tem foco em desreguladores endócrinos.

Estudo clínico de Fases I e II começa nos próximos meses.

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