Através da pirólise, resíduos dos produtos amazônicos são transformados em carvão vegetal.

Microalgas da espécie Monoraphidium contortum mostraram capacidade de remoção de resíduos de medicamentos antibióticos, em especial o sulfametoxazol e a trimetoprima.

Novo centro reúne mais de 100 pesquisadores de 33 instituições do Brasil e do exterior, entre universidades, órgãos governamentais, ONGs, empresas privadas e coletivos locais.

Em seis capítulos, o e-book aborda temas como ocupações sem planejamento e seus danos aos corpos hídricos do entorno; viabilidade da implementação de um sistema de aproveitamento de água da chuva e gerenciamento dos resíduos sólidos de saúde, entre outros temas.

O e-book aborda temas como responsabilidade social corporativa; sustentabilidade e negócios verdes; ODS 9: resiliência, produção limpa e inovação; ecologia industrial no contexto da OCDE e índice de sustentabilidade empresarial, entre outros temas.

Pesquisa examinou como as propriedades do solo e a disponibilidade de metais e metaloides influenciam a presença de vegetação em ambiente extremamente poluído.

Tecnologia inovadora utiliza estanho metálico líquido para simultaneamente purificar a água e recuperar metais valiosos da salmoura de dessalinização.

Iniciativa tem como objetivo reunir um conjunto de pesquisadores e outros profissionais que trabalham de forma consistente no tema ‘cidades do futuro’, dando particular destaque a processos e métodos inovadores.

Estudo demonstrou que a conversão de resíduos alimentares em biocarvão pode levar a uma redução de 93.000 toneladas de CO2 por ano até 2030 no Reino Unido.

Segundo os cientistas, soluções podem gerar hidrogênio verde a um custo comparável ou inferior ao custo de produção do hidrogênio cinza.

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