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Bernard Dupont via Wikimedia Commons
Sapo-cururu (Rhaebo guttatus)
Por Redação SciAdvances
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Um estudo, conduzido por cientistas do Instituto Butantan, Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) e da Fiocruz Rondônia, identificou proteínas presentes no veneno do sapo-cururu (Rhaebo guttatus) da Amazônia, e diversos peptídeos com potencial antibacteriano.
Os pesquisadores realizaram análises estruturais e funcionais a partir de simulações computacionais (estudo in silico), sob a coordenação do Dr. Daniel Pimenta, pesquisador do Instituto Butantan e especialista em análise proteômica.
Após a transformação do veneno do sapo em uma mistura homogênea, os cientistas usaram cromatografia líquida para separar seus componentes e, então, espectrometria de massas para analisar as moléculas e identificar as substâncias presentes.
Os peptídeos naturais identificados são predominantemente produtos de degradação de proteínas envolvidas na homeostase celular
O estudo foi publicado na revista científica Toxicon.
Autores/Pesquisadores Citados
Publicação
Acesse o resumo do artigo científico (em inglês).
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Instituto de Tecnologia da Califórnia


