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Por Redação SciAdvances
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Na Alemanha, pesquisadores estão trabalhando no desenvolvimento de proteínas sintéticas que poderiam realizar detecção quântica, uma tecnologia que poderia ser usada, por exemplo, para biossensoriamento, permitindo a obtenção de imagens de células, tecidos ou órgãos vivos.
Teoricamente, estes novos biossensores estariam estrategicamente posicionados exatamente onde as medições são desejadas, fornecendo um novo paradigma para a observação biológica.
Recentemente, os pesquisadores irradiaram duas flavoproteínas, que são proteínas fotossensíveis, com luz azul. Então, eles aplicaram ondas de rádio e conseguiram alterar a luminescência das proteínas. Isso demonstrou que os estados quânticos sensíveis no ambiente biológico podem ser influenciados por campos eletromagnéticos.
Assim, as proteínas podem atuar como sensores de campo magnético e até mesmo tornar visíveis as distribuições de campo magnético nas amostras.
O Dr. Dominik Bucher, professor da Escola de Ciências Naturais da Universidade Técnica de Munique (TUM) e autor sênior do estudo publicado na revista científica Nature Biotechnology, explicou que a nova abordagem pode abrir a possibilidade de controlar processos biológicos com ondas de rádio de maneira direcionada, algo extremamente inovador.
Kun Meng, doutorando da Escola de Ciências Naturais da TUM e primeiro autor do estudo, destacou que a descoberta tem grande potencial para aplicações biotecnológicas, desde sensores quânticos biológicos até a expressão gênica controlada remotamente.
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Autores/Pesquisadores Citados
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Publicação
Acesse o artigo científico completo (em inglês).
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