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Alga gigante Macrocystis pyrifera
Por Redação SciAdvances
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Um novo estudo liderado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), nos EUA, avançou na compreensão dos mecanismos moleculares que ajudam as algas gigantes Macrocystis pyrifera a transformar a luz solar em energia.
Os pesquisadores mapearam uma das microestruturas em forma de antena que as algas utilizam para a fotossíntese. A arquitetura única dessas microestruturas pode ser fundamental para explicar por que as algas são os organismos oceânicos mais eficientes na captação de luz e na remoção de dióxido de carbono da atmosfera.
A partir desse mapeamento, foram identificadas diferenças na composição, arquitetura e redes de clorofila da antena da alga, além de outros detalhes com implicações para a função fotoquímica.
A Dra. Maria Maldonado, pesquisadora da UC Davis durante a pesquisa e atualmente professora da Universidade Monash, na Austrália, destacou que a visualização da microestrutura do supercomplexo fotossintético da alga gigante permitiu compreender como esses organismos adaptaram suas antenas para prosperar em regiões costeiras.
A descoberta é importante porque os ecossistemas de algas marinhas funcionam como florestas subaquáticas que absorvem tanto dióxido de carbono quanto a Amazônia.
Segundo a pesquisadora, a descoberta é um grande passo no sentido de buscar soluções ambientais globais a partir da eficiência natural da fotossíntese marinha.
O estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.
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Acesse o artigo científico completo (em inglês).
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