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Sobrevoo de drone em área verde
Por Redação SciAdvances
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Pesquisadores de 10 países europeus e 17 parceiros, incluindo o Centro de Estudos Florestais do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, em Portugal, iniciaram o Projeto FORSAID, que pretende aplicar tecnologias inovadoras para garantir a saúde das plantas em florestas e em áreas verdes urbanas.
Os pesquisadores defendem a ideia de que a detecção remota permitirá uma eficácia maior no controle de doenças e uma razão benefícios/custos superior à monitorização no solo.
A metodologia será desenvolvida a partir de sobrevoos com drones em regiões potencialmente atingidas por 10 pragas-chave para detectar árvores em declínio. Esta informação é considerada fundamental para atuar de modo precoce, evitando que a praga afete grandes áreas.
Outra ação é a monitoração em tempo real de pragas como a lagarta-do-pinheiro (Thaumetopoea pityocampa) através de armadilhas inteligentes que captam imagens dos insetos e, com base em algoritmos de Inteligência Artficial (IA), reconhecem a praga e contabilizam os indivíduos. Essa informação é então acessada através de um aplicativo específico.
Essa tecnologia pode ajudar na gestão das pragas em espaços verdes urbanos e em florestas. Ainda em fase experimental, as armadilhas inteligentes estão em teste em uma zona urbana na cidade de Lisboa e em uma zona florestal.
O objetivo da pesquisa é que as tecnologias permitam a atuação rápida e eficaz de associações florestais e outros agentes do setor no controle das pragas.
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Dra. Anna Carratalà, EPFL
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Acesse a página do Projeto FORSAID (em inglês).
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