Cientistas desvendam a dinâmica molecular espacial durante o desenvolvimento cerebral e também na neuroinflamação.

Abordagem versátil e de baixo custo permite estudos com resolução micrométrica de redes de fibras complexas em diversos tecidos, espécies, doenças e preparações de amostras, estendendo os limites da pesquisa neurocientífica e biomédica.

Estudo avança sobre a compreensão dos padrões de conectividade cerebral, podendo trazer um olhar diferente sobre diversas doenças ou condições.

A Leucodistrofia Autossômica Dominante é uma doença autossômica dominante causada por uma alteração no gene LMNB1, que leva à superexpressão da proteína Lamin b1.

Nova edição do programa destaca-se pela integração de áreas emergentes, como a neurocomputação, a inteligência artificial e a ética em pesquisa científica.

Pesquisa destacou o papel da gefirina na organização da densidade pós-sináptica.

Pesquisadores usaram células-tronco derivadas de pacientes com encefalopatia epiléptica e do desenvolvimento tipo 13 (DEE-13) para modelar como variantes genéticas que causam epilepsia afetam diferentes regiões do cérebro.

Com detalhes em nível celular, pesquisadores publicaram mapa da atividade cerebral em camundongos enquanto tomavam decisões importantes.

Estudo colaborativo internacional examinou não apenas pacientes com ELA ativa, mas também indivíduos que doaram amostras de sangue anos antes de desenvolver a doença.

Em treze capítulos o e-book aborda temas como ritmos circadianos e o futuro da medicina de precisão; fisiologia do sistema de temporização circadiano; distúrbios circadianos do sono; ritmicidade circadiana da função endócrina; cronobiologia e câncer; cronobiologia nutricional, entre outros temas.

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