Espécie, conhecida popularmente como pitanga-preta e cientificamente como Eugenia florida, manteve alta eficiência fotossintética e ajustou seu metabolismo em áreas impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.
Apesar dos avanços sobre a restauração florestal na Mata Atlântica, ainda não há integração plena de áreas replantadas ao mosaico de fragmentos nativos.
Atualmente, a produção de mudas no Brasil depende quase exclusivamente de recipientes de polipropileno e polietileno, derivados do petróleo e de difícil degradação.
Pesquisa analisou os dados de mais de 10 mil árvores de quase 500 locais em 36 países.
A pequena árvore pertence à mesma família botânica (Myrtaceae) de plantas já bem conhecidas como a jabuticaba, pitanga, goiaba, araçás e gabiroba.


