Medicamento pode eliminar proteínas tóxicas e evitar declínio cognitivo acentuado.

Novo ingrediente ativo protegeu células nervosas e diminuiu a progressão dos sintomas típicos do Alzheimer em animais.

Em oito capítulos o e-book aborda temas como fisiopatologia médica e galactosemia; impactos fisiológicos do hipotireoidismo; gastrite crônica associada à infecção por H.Pilory; fisiopatologia neural – acidente vascular cerebral isquêmico(avci), entre outros temas.

Resultados podem ajudar em pesquisas sobre o Alzheimer.

Estudo de revisão mostrou paralelos entre o Alzheimer em humanos e disfunção cognitiva em cães.

Compostos poderiam combater a doença atuando contra o estresse oxidativo e a degradação de neurotransmissores cerebrais.

Cientistas conseguiram recuperar a memória em camundongos idosos e com doença de Alzheimer ao nível de animais jovens saudáveis.

Estudo mostrou que a comunicação entre dois tipos celulares – os astrócitos e a micróglia – no cérebro é determinante para o desenvolvimento da doença.

Cientistas identificaram uma subespécie altamente tóxica de oligômeros beta-amiloides até então desconhecida, que parece impulsionar diversas das primeiras alterações cerebrais do Alzheimer.

Estudo representou um passo importante no teste de novo dispositivo de ultrassom, e o próximo estudo clínico já está sendo planejado.

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