Os fungos do gênero Gibellula são conhecidos por infectar exclusivamente aranhas, mas até agora não havia registros desse grupo em Pernambuco, seja em matas naturais ou em agroflorestas.

Com o uso de novas tecnologias, equipe de pesquisa liderada pelo Dr. Andrew Babbin, no MIT, estuda a saúde dos oceanos do ponto de vista dos microrganismos.

Agrotóxicos, microplásticos, fármacos e metais, entre outros, podem estar presentes nos ambientes aquáticos.

Poucos índices biológicos usados na monitorização dos rios contemplam a análise de espécies exóticas.

Eventos climáticos extremos já estão acontecendo com maior frequência e a definição de políticas públicas para proteger a sociedade e minimizar o impacto ambiental são necessárias.

Projeto aborda desenvolvimento e produção de bioplástico a partir do cultivo sustentável de macro e microalgas.

Pesquisadora realizou avaliações ecotoxicológicas para analisar as alterações genéticas, reprodutivas, comportamentais, fisiológicas e citológicas na fauna da região.

Em cinco capítulos o e-book aborda temas como carotenoides como compostos bioativos em frutos nativos do Brasil; microalgas como fontes de pigmentos naturais para aplicação industrial e uso de óleos essenciais nanoencampsulados no controle de insetos-pragas agrícolas, entre outros temas.

Estudo destaca a importância de compreender como a perda sistemática de diversidade afeta a estabilidade de teias alimentares.

Aplicativo, ainda em fase de testes, vai facilitar a identificação e potencializar a conservação de macrofungos

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