Pesquisadores utilizaram uma combinação de técnicas de ponta, incluindo microscopia crioeletrônica (crio-EM), ensaios bioquímicos e mapeamento genômico completo para reconstruir como a p53 se liga aos seus alvos de DNA.
Novo modelo, chamado RiboNN, visa orientar o desenvolvimento de novas terapias baseadas em mRNA.
Durante anos, os bioquímicos evolucionistas consideraram a hipótese que as proteínas mais antigas surgiram de uma assinatura simples, chamada de ‘motivo’.






