Em modelo animal, cientistas estudaram como as micróglias respondem a lesões no cérebro desde o período neonatal até a velhice.

Pesquisadores da Universidade de Queensland desenvolveram uma ferramenta de medição de DNA acessível e de código aberto que pode ser construída usando uma impressora 3D simples

Estudo utiliza exames de imagem e laudos médicos realizados no Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap-UFF) entre 2013 e 2019.

Técnica poderia distinguir entre tumores e tecido saudável e também visualizar o fluxo sanguíneo de um membro comprometido durante uma cirurgia.

Proposta do novo centro é desenvolver desde pesquisa básica até aplicação clínica, integrando tecnologias.

Análise da emissão ultrafraca de biofótons, que cessa depois da morte, poderia ser uma ferramenta promissora para o avanço da compreensão da biologia e diagnóstico de doenças.

Com um scanner laser-ultrassônico, tomografia computadorizada fotoacústica pode identificar tumores em apenas 15 segundos.

Modelo de IA foi treinado e testado em nada mais do que um notebook padrão (MacBook Air com chip M1), alcançando o que antes exigia data centers inteiros.

Pesquisadores utilizaram eletroencefalografia (EEG) e um sistema de neuromonitoramento óptico (NIRS), capaz de medir diversos indicadores de oxigenação e metabolismo cerebral.

Dispositivo de ultrassom portátil acoplado a smartphone e algoritmo de Inteligência Artificial viabilizam triagem de tuberculose no local de atendimento.

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