Nanorrobôs, em formato esférico, estimulam mecanicamente as células-tronco, exercendo pressão sobre elas.

Objetivo do projeto ORION é ajudar a melhorar o tratamento de cada paciente com câncer, a partir de cópias do tumor do paciente em laboratório.

Cientistas desvendam a dinâmica molecular espacial durante o desenvolvimento cerebral e também na neuroinflamação.

Abordagem versátil e de baixo custo permite estudos com resolução micrométrica de redes de fibras complexas em diversos tecidos, espécies, doenças e preparações de amostras, estendendo os limites da pesquisa neurocientífica e biomédica.

Técnica é eficaz em bactérias, células humanas e modelos tumorais, possibilitando o estudo de doenças complexas como o câncer de forma mais ética.

Tecnologia inovadora viabiliza novos protocolos estéticos inovadores capazes de regenerar e reafirmar a pele do rosto, de forma indolor e sem cirurgias.

Dois estudos revelaram como a levedura Candida albicans se estrutura em nível celular e como forma camadas resistentes de biofilmes em dispositivos médicos.

Microcateter neurovascular ultraflexível pode navegar com segurança pela microcirculação.

Tecnologia criada por startup iniciada no MIT pode melhorar a eficácia e reduzir efeitos colaterais do tratamento.

Modelo superou significativamente modelos de última geração em termos de afinidade de ligação, reduzindo o número de colisões atômicas para quase zero.

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