Estudo é o primeiro a quantificar as emissões totais de diterpenos emitidos pela vegetação em todo o mundo e seu potencial para formar aerossóis.

Os pesquisadores mostraram os sinais de alerta para a desestabilização da camada de gelo da Groenlândia, da Circulação Meridional do Atlântico (AMOC), da floresta amazônica e do sistema de monções da América do Sul.

Pesquisadores desenvolveram um novo método para detectar e estudar como o gelo se forma em nuvens de fase mista.

Catálogo apresentado pelos pesquisadores identificou cinco vezes mais cânions do que estudos anteriores.

Mudanças climáticas e a poluição por microplásticos podem afetar diretamente os processos de decomposição nos igarapés amazônicos.

Novos modelos destacam a importância das ondas de calor e seus impactos cada vez maiores.

Pesquisadora investigou a combinação de métodos de estimativa da evapotranspiração e da evaporação do solo para então analisar os impactos potenciais das mudanças climáticas futuras sobre a produtividade do milho tropical.

Estudo na Suíça mostrou que algumas árvores podem continuar transpirando mesmo em temperaturas extremas.

Pesquisadores pretendem colaborar na prevenção e contenção de danos causados por eventos climáticos extremos.

Estudo envolvendo mais de 100 cientistas e publicado na revista Science teve participação significativa de pesquisadores brasileiros.

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