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Resumo
Na Universidade Federal de Goiás (UFG) pesquisadores conseguiram selecionar, usando Inteligência Artificial (IA), candidatos promissores a novos fármacos para o tratamento do diabetes tipo 2. A base de dados usada no estudo contem mais de um milhão de moléculas.
O projeto, coordenado pelo Dr. Guilhermino Pereira Nunes, professor do Instituto de Ciências Biológicas, e pela Dra. Carolina Horta Andrade, professora da Faculdade de Farmácia, está sendo desenvolvido no Laboratório de Planejamento de Fármacos e Modelagem Molecular da UFG.
O projeto utiliza bioinformática e quimioinformática, e a técnica de aprendizado de máquina analisa moléculas em nível atômico e calcula as interações entre elas, prevendo quais têm maior probabilidade de responderem com eficácia.
Além de acelerar a pesquisa, o professor Guilhermino Nunes destacou que a IA reduz custos, diminui os testes em animais e aumenta a precisão na escolha das moléculas mais promissoras. Isso significa um avanço mais rápido para os ensaios clínicos com compostos que têm maior probabilidade de sucesso.
O estudo encontra-se na fase de validação biológica, quando as moléculas promissoras como candidatas a novos fármacos são testadas fora do ambiente computacional (testes in vitro).
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