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Ressonância magnética
Nova tecnologia de ressonância magnética usa IA para melhorar imagens cerebrais
Tecnologia permite acesso a imagens de alta definição de vários biomarcadores, mesmo sem uso de contraste

Svitlana Hulko via Shutterstock

Exame de ressonância magnética cerebral

Por Redação SciAdvances

11 de maio de 2026, 12:25

Fonte

Áreas

Ciência de Dados, Computação, Engenharia Biomédica, Física Médica, Imagens Médicas, Medicina, Medicina de Precisão, Neurociências, Neurologia, Processamento de Imagens

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Ressonância magnética

A ressonância magnética convencional é um exame não-invasivo e indolor que gera imagens de alta resolução de órgãos e tecidos a partir da aplicação de um campo magnético de alta intensidade, sem o uso de radiação ionizante.

Com a duração média de 30 min a uma hora, o exame também pode ser realizado com contraste, como o gadolínio, para melhorar a visualização de inflamações ou tumores.

Estima-se que mais de 100 milhões de exames de ressonância magnética são realizados em todo o mundo a cada ano.

Avanço: multiplexação permite imagem de vários biomarcadores simultaneamente

Uma parceria entre pesquisadores da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, nos EUA; da Universidade Fudan e da Universidade Jiao Tong de Xangai, na China, conseguiu um novo avanço na tecnologia de ressonância magnética que pode ser um passo importante na obtenção de imagens cerebrais mais precisas.

A nova tecnologia de ressonância magnética multiplexada, chamada de MRx, utiliza sistemas de ressonância magnética clínica padrão e permite mapear simultaneamente mais de 20 biomarcadores em alta resolução, oferecendo uma visão cerebral mais abrangente em um único exame.

A proposta é que a tecnologia possa expandir a capacidade da ressonância magnética convencional, permitindo a obtenção simultânea de imagens de sinais de múltiplas moléculas, como metabólitos cerebrais e neurotransmissores.

No estudo, publicado na revista científica Nature, os pesquisadores usaram a nova tecnologia não-invasiva para caracterizar tumores cerebrais e lesões de esclerose múltipla. O estudo foi liderado pelo Dr. Zhi-Pei Liang, professor de Engenharia Elétrica e da Computação e da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign.

Aquisição de dados ultrarrápida e IA permitem a análise simultânea de vários biomarcadores, em exame rápido

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Autores/Pesquisadores Citados

Professor de Engenharia Elétrica e da Computação e da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign
Cientista sênior da Siemens Healthineers

Publicação

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