Lactato pode melhorar o tratamento de asfixia em recém-nascidos
Em longo prazo, molécula pode reduzir danos cognitivos e motores sofridos pelo sistema nervoso

Divulgação, UFRGS

12 de dezembro de 2025, 14:47

Fonte

Camila Fernandes de Souza, Jornal da Universidade/UFRGS

Publicação Original

Áreas

Biologia, Bioquímica, Epidemiologia, Farmacologia, Fisiologia, Medicina, Metabolismo, Microbiologia, Neonatologia, Neurociências, Neurologia, Obstetrícia, Patologia, Pediatria, Toxicologia

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Resumo

Uma pesquisa de doutorado na UFRGS analisou – em ratos machos e fêmeas – os efeitos da administração de injeção de lactato em casos de asfixia perinatal.

Foi observado que o lactato proporcionou melhora motora e cognitiva em longo prazo, além de auxiliar progressivamente na recuperação do tecido nervoso, que pode sofrer lesões graves com essa condição.

Embora os recém-nascidos ainda demonstrassem certo prejuízo nas condições motoras, em longo prazo o prejuízo na locomoção se tornou imperceptível.

[A injeção de lactato] seria uma ferramenta importante, principalmente em locais em que não há centros de alta complexidade para esse tratamento. São justamente os locais em que o maior número de neonatos passa por esses eventos, porque [normalmente] já não tiveram, por exemplo, um acompanhamento pré-natal adequado

Dr. Luciano Stürmer de Fraga, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

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Autores/Pesquisadores Citados

Pesquisadora de pós-doutorado no Laboratório de Neuroanatomia Funcional no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP)
Professor do Departamento de Fisiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

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