Com publicação científica

Proteção dos ecossistemas marinhos
Estudo destaca cuidados que devem ser tomados na aplicação da IA aos estudos marinhos e de pesca
Publicação destaca ‘guia prático’ sobre como a IA pode ajudar a proteger os oceanos

fokke baarssen via Shutterstock

Barco de pesca navegando em meio a um parque de turbinas eólicas offshore

Por Redação SciAdvances

1 de fevereiro de 2026, 16:55

Fonte

Áreas

Ciência Ambiental, Computação, Educação Ambiental, Engenharia Ambiental, Geociências, Geografia, Gestão Ambiental, Governança Ambiental, Monitoramento Ambiental, Oceanografia, Pesca, Saúde Ambiental, Simulação Computacional, Sustentabilidade

Compartilhar

Proteção dos ecossistemas marinhos

Ultimamente, os estudos sobre os ecossistemas marinhos não têm sido diferentes de qualquer estudo científico no sentido de aplicar cada vez mais a Inteligência Artificial (IA) para acelerar e melhorar a abrangência das análises.

Por outro lado, a comunidade científica precisa tomar cuidados ao incorporar a IA nos estudos, o que pode induzir a vários tipos de erros.

Em tempos em que a regulação e as boas práticas ainda não são disseminadas, é sempre bom estar atento a questões importantes envolvidas com a aplicação científica da IA.

Avanço: cientistas destacam como a IA pode ajudar a proteger os oceanos, a partir de um enquadramento prévio

Um estudo internacional liderado por pesquisadores do Centro de Pesquisa Marinha e Alimentar (AZTI), na Espanha, levantou questões sobre como garantir que a inteligência artificial (IA) aplicada aos ecossistemas marinhos seja transparente, segura e válida.

O estudo, publicado na revista científica Fish and Fisheries, defende que a IA não deve substituir as decisões humanas, mas sim servir como suporte.

Os investigadores propuseram um enquadramento baseado em três pilares:  viabilidade socioeconômica e legal; governação ética dos dados; e robustez técnica e validação científica.

Este enquadramento tem o objetivo de tornar a IA marinha confiável, ética e cientificamente robusta, em um contexto em que a IA é cada vez mais usada, mas sua regulação ainda é uma interrogação em nível global.

A Dra. Catarina Nunes Silva, pesquisadora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), também participou do estudo.

Visão humana crítica dos resultados da IA é fundamental para garantir robustez científica e evitar erros

Autores/Pesquisadores Citados

Pesquisadora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC)
Especialista em IA do Centro de Pesquisa Marinha e Alimentar (AZTI)
Biólogo de pesca no Leibniz Centre for Tropical Marine Research (ZMT)

Publicação

Outros avanços

Rolar para cima