Animais podem se adaptar a ambientes extremos onde a disponibilidade de alimento é baixíssima e irregular.

Tipos de gorduras consumidas impactam a resistência das células imunológicas e podem melhorar desempenho de vacinas e imunoterapias.

Células T geneticamente modificadas permaneceram vivas, continuaram se dividindo, produziram citocinas e mataram células tumorais com eficácia.

Resultados podem ter impacto no monitoramento clínico da progressão de diversas doenças.

Superidosos têm alta taxa de neurogênese, a produção de novos neurônios que melhora a memória e a saúde mental

Exposição ao estresse ambiental causado pela fumaça do cigarro pode levar a alterações importantes no epitélio pigmentar da retina.

Estudos têm avançado com a estratégia de usar bactéria do solo geneticamente modificada para consumir nutrientes de tumores sólidos.

Quantidade de nutrientes microbianos disponíveis pode controlar o sucesso ou a falha de antibióticos.

Pesquisadores consideraram 56 variações de arroz japonês e encontraram nutrientes benéficos exclusivos.

Projeto na Itália usa abordagem multiômica para buscar novos caminhos que possam melhorar a qualidade de vida de mulheres com a doença.

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