Estudo analisou mais de cinco milhões de nascimentos em 33 países da África Subsaariana e na Índia e mostrou evidências de que temperaturas mais altas podem influenciar a proporção entre sexos ao nascer.

Dados são apresentados nos níveis regional, estadual e microrregional.

Livro reúne evidências do estudo ‘Política social e desigualdades em saúde’, com achados relevantes para o Brasil.

Prevalência de sintomas depressivos entre as mulheres é significativamente maior em relação aos homens.

Dados abertos podem ser a base para novas pesquisas climáticas, viabilizando modelos mais precisos para urbanização, infraestrutura e gestão de desastres.

Doenças infecciosas como malária, dengue e tuberculose são consideradas um desafio tão grande para a saúde global quanto patógenos emergentes.

Relatório revelou que a mortalidade relacionada ao calor por 100.000 habitantes aumentou 23% desde a década de 1990.

Em quatro capítulos o e-book aborda temas como o dever de proteção à natureza pelo estado como um direito fundamental do cidadão; justiça socioambiental e degradação ambiental; mudanças climáticas e desigualdade social: o impacto das políticas públicas sobre as populações vulneráveis em casos de enchentes, entre outros temas.

Povos indígenas no Brasil estão entre as populações com os piores índices de insegurança alimentar e nutricional.

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