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Puwadol Jaturawutthichai via Shutterstock
Tomografia computadorizada mostra acidente vascular cerebral isquêmico
Por Redação SciAdvances
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Um estudo liderado por pesquisadores da Universidade Politécnica de Madri e da Universidade Complutense de Madri, na Espanha, propôs uma nova abordagem para o tratamento do AVC isquêmico baseada em um adesivo de fibroína de seda.
A proposta é que o adesivo – desenvolvido com material natural, resistente e biocompatível – seja implantado no córtex cerebral para liberar uma molécula controlada que ajudaria a atrair e reter células-tronco na área lesionada. As células-tronco, por sua vez, poderiam ajudar a ativar mecanismos de proteção e reparo do tecido cerebral.
Em testes realizados em camundongos após um AVC isquêmico, o adesivo de seda bioativo conseguiu promover o recrutamento e a retenção de células-tronco na área do implante, reduziu o tamanho da região cerebral afetada e melhorou a recuperação funcional, restaurando a atividade elétrica cerebral e a capacidade sensório-motora previamente comprometidas.
A startup Silk Biomed, iniciada na Universidade Politécnica de Madrid, padronizou o processo de fabricação do adesivo, um passo fundamental para viabilizar a produção em larga escala no futuro.
Na publicação do estudo na revista científica Regenerative Biomaterials, os pesquisadores destacaram que a nova estratégia terapêutica com o adesivo de fibroína de seda demonstrou grande potencial para o tratamento de AVC isquêmico e poderia também ser aplicado em outras lesões cerebrais agudas, como em casos de traumatismo cranioencefálico.
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