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Câncer de mama triplo negativo
Na Itália, estudo identifica novo potencial alvo terapêutico contra o câncer de mama triplo negativo
Proteína identificada pelos pesquisadores tem papel importante na sinalização tumoral

Guschenkova via Shutterstock
Por Redação SciAdvances
12 de fevereiro de 2026, 12:31
Fonte
Áreas
Bioinformática, Biomedicina, Bioquímica, Desenvolvimento de Fármacos, Epidemiologia, Farmacologia, Farmácia Oncológica, Imunologia, Medicina, Microbiologia, Oncologia, Patologia, Proteômica, Quimioterapia
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Um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Roma Sapienza, na Itália, identificou novas vias moleculares envolvidas no início e na progressão do câncer de mama triplo-negativo, uma das manifestações mais agressivas do câncer de mama.
Os cientistas se concentraram na proteína Mastermind-like 1 (MAML1) – cujos níveis de expressão são frequentemente muito altos nesse tipo de tumor –e conseguiram analisar detalhadamente a interação entre essa proteína e uma enzima específica que normalmente controla muitas proteínas potencialmente oncogênicas.
A pesquisa identificou que a proteína MAML1 pode atuar como uma ‘chave molecular’, capaz de coordenar a ativação de vias de sinalização oncogênicas essenciais que permitem a transformação das células tumorais e que elas adquiram as características malignas típicas dos tumores triplo-negativos.
Os cientistas destacaram que, a partir dessas novas evidências encontradas, a proteína MAML1 surge como um potencial alvo molecular de relevância terapêutica no câncer de mama triplo-negativo. Novas estratégias de tratamento com foco na proteína MAML1 podem comprometer a sinalização tumoral e evitar ou reduzir a progressão do câncer.
O estudo foi publicado na revista científica Cell Death & Differentiation.
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