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Por Redação SciAdvances
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Pesquisadores da Universidade Lund, na Suécia, e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, usaram agentes de Inteligência Artificial (IA) para viabilizar organismos artificiais que desenvolveram visão funcional por conta própria, a partir do zero.
Segundo o Dr. Dan-Eric Nilsson, pesquisador e biólogo evolucionista da Universidade Lund e coautor do estudo, essa é a primeira vez que a IA foi usada para acompanhar como um sistema de visão completo pode surgir sem instruir o computador sobre como ele deveria se desenvolver.
Em um ambiente de simulação computacional, os pesquisadores criaram animais virtuais e deixaram que eles ‘vivessem’ em um mundo virtual. O estudo mostrou a evolução dos ‘animais’ ao longo de várias gerações.
Ao longo do tempo computacional, estruturas simples sensíveis à luz se desenvolveram em olhos funcionais, conectados a ‘cérebros’ primitivos capazes de interpretar as informações que recebiam.
Para os pesquisadores, isso significa uma maneira completamente nova de abordar as grandes questões sobre a evolução e mostra que o método tem potencial que vai muito além da biologia evolutiva.
Os mesmos princípios podem ser usados por engenheiros para desenvolver sistemas técnicos robustos, eficientes e adaptáveis. Ao estudar como a evolução resolve problemas, os pesquisadores podem aprender a construir tecnologia que funcione melhor na realidade.
O estudo foi publicado na revista Science Advances.
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Acesse o artigo científico completo (em inglês).
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