Novo material é produzido a partir de um polímero biodegradável de ácido cítrico com adição de carbonato de cálcio.

Pesticidas de uso agrícola, aditivos de combustíveis, materiais plastificantes ou antiaderentes, medicamentos, produtos de higiene e cosméticos agravam a crise hídrica, principalmente em países em desenvolvimento.

Análises metatranscriptômicas revelaram que consórcio de bactérias ativa rapidamente genes ligados à adaptação ao ambiente tóxico.

Ainda sendo aprimorado, equipamento já está integrado a plataforma web para apresentação gráfica dos resultados.

Pesquisa envolveu 1.174 adultos de uma área afetada pela contaminação da água potável há décadas.

No período crítico entre agosto e setembro de 2024, foi registrado um aumento expressivo nas concentrações de poluentes atmosféricos, com efeitos alarmantes sobre a saúde pública.

Pesquisadores usaram lignina e glicose como fontes de carbono para desenvolver novos materiais para remover ‘produtos químicos eternos’ da água.

Imperial College de Londres e Universidade Técnica de Munique estão lançando em conjunto o ‘Centro de Resiliência da Saúde em um Planeta em Mudança’.

Tecnologia usa um reator onde se armazena o material absorvente, que realiza uma reação química com o gás quando ambos entram em contato em determinada temperatura.

Agrotóxicos, microplásticos, fármacos e metais, entre outros, podem estar presentes nos ambientes aquáticos.

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