Estudo realizado na Suécia acompanhou por 10 anos a saúde óssea de mulheres a partir dos 25 anos de idade que engravidaram e amamentaram.

Embora o estudo tenha sido realizado em animais, os resultados levantam sérias preocupações para os humanos.

Dispositivo pode ser fundamental em situações de risco com sangramento excessivo.

Identificação de ecossistema que influencia como os óvulos amadurecem e os ovários envelhecem traz conhecimentos importantes sobre saúde reprodutiva.

Estudo pretende identificar gestações em que a placenta se deteriora rapidamente, com risco grave ao feto.

Estudo revelou necessidade de estabelecer um limite superior seguro para o consumo de folato e de suplementação com ácido fólico.

Na Finlândia, pesquisadora estudou a associação entre pré-eclâmpsia e o risco subsequente de doença cardíaca isquêmica e acidente vascular cerebral (AVC).

Em estudo com animais, pesquisadores puderam observar alterações importantes no sistema reprodutor da prole quando as mãe consumiram proteínas limitadas na gravidez e lactação.

Até 60% das mulheres sentem algum medo de dar à luz, especialmente na primeira vez.

Pesquisa que vem sendo desenvolvida desde 2024 já realizou estudos piloto com placentas e cordões umbilicais de gestantes em Alagoas.

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