Na Alemanha, cientistas incorporaram bactérias E. coli, que produzem proteína fluorescente, em biotinta.

Pesquisadores desenvolveram um modelo de aprendizado profundo para projetar peptídeos que são alvos de enzimas chamadas proteases, que são hiperativas em células cancerígenas.

Pesquisadores conseguiram melhorar a precisão de biossensores de oxidase para glicose, lactato e creatinina de aproximadamente 50% para 99%.

Tecnologia usa ondas de rádio para acessar sinais vitais sem que haja contato com a pessoa.

Com uso de hidrogéis, sensor bioeletrônico consegue realizar medidas em tempo real com alta precisão.

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