Pesquisadores esperam predizer a resposta clínica antes do início da terapia, a partir do comportamento de linfócitos T CD8.
Pesquisadores desenvolveram modelos de aprendizado de máquina que podem filtrar o RNA livre no plasma e identificar biomarcadores-chave para a síndrome da fadiga crônica.
Encontro contou com a participação de delegações do Brasil, Rússia, Índia, China, Emirados Árabes Unidos e Irã.







