Estudo não apenas amplia a compreensão das interações microbianas, mas também aponta para direções futuras de pesquisa e novas terapias.

Na Finlândia, estudo mostrou que 8% dos refugiados de guerra ucranianos foram hospitalizados devido a ferimentos de guerra e quase 80% deles eram portadores de bactérias multirresistentes.

Estudo identificou altas concentrações de arsênio total em ostras e a presença de cepas bacterianas resistentes a antibióticos de prioridade crítica da OMS.

Estudo realizado em Rondônia teve foco em bactérias do gênero Klebsiella e Pseudomonas aeruginosa.

A Coleção de Culturas de Bactérias da Universidade de Coimbra (UCCCB) aderiu recentemente ao registro da United States Culture Collection Network (USCCN), o registo público de coleções microbianas dos EUA.

No futuro, nova estratégia tecnológica pode ajudar no combate à resistência aos antibióticos e na liberação direcionada de fármacos por robôs bacterianos.

Estudo dos mecanismos de defesa da cepa WASA da bactéria V. cholerae poderia explicar intensidade de surto de cólera que atingiu a América Latina na década de 1990.

Presença da bactéria no tecido tumoral está associada a melhor prognóstico e maior sobrevida.

Novo estudo revelou como a coinfecção por Pseudomonas aeruginosa e Mycobacterium abscessus pode suprimir as respostas imunológicas e piorar os desfechos em pacientes com doenças respiratórias.

Análises metatranscriptômicas revelaram que consórcio de bactérias ativa rapidamente genes ligados à adaptação ao ambiente tóxico.

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