Pesquisadores propõem novas diretrizes para mapeamento de riscos zoonóticos.

Com suas cores vibrantes e formas originais, os peixes contribuem para a atratividade dos recifes.

Resultados mostraram que o arsênio e o iodo são os dois elementos químicos que limitam o consumo de macroalgas em termos de segurança, principalmente de macroalgas castanhas.

Usando dados de satélites, cientistas avaliaram a evolução das concentrações de clorofila nas águas oceânicas nos últimos anos.

A nova rede será a primeira do gênero a conectar pesquisadores, meteorologistas e tomadores de decisão que trabalham com dinâmica climática, previsão de múltiplos riscos e redução de riscos de desastres.

Pesquisadores pretendem colaborar na prevenção e contenção de danos causados por eventos climáticos extremos.

Quase 400 cientistas de mais de 50 países mostraram onde devem ser implementadas proteções específicas para a conservação da megafauna nos oceanos.

Microalgas da espécie Monoraphidium contortum mostraram capacidade de remoção de resíduos de medicamentos antibióticos, em especial o sulfametoxazol e a trimetoprima.

Cientistas analisaram 67 ninhos de 17 espécies diferentes de aves, localizados dentro e fora de Áreas de Proteção Ambiental (APAs).

Usando plataformas como Google Earth Engine, QGIS e Python, os pesquisadores mapearam 12.563 quilômetros quadrados de vegetação nativa.

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