Até aqui, resultados de experimentos com microfluídica superaram as expectativas dos pesquisadores.
O trabalho envolve um estudo interdisciplinar e busca inovar a área da Tecnologia Assistiva, propondo alternativas mais acessíveis.
Novo instituto ajudará a acelerar a recuperação de pacientes de lesões e cirurgias e desenvolver bioengenharia de tecidos e órgãos, entre outras frentes de pesquisa.
Nanopartícula que combina diagnóstico por imagem e terapia térmica tem potencial para tratar tumores como o melanoma e o glioblastoma.
Ênfase da nova rede incluirá pesquisa experimental avançada em conjunto com computação de alta velocidade, modelagem e colaborações da indústria.





