Até aqui, resultados de experimentos com microfluídica superaram as expectativas dos pesquisadores.

O trabalho envolve um estudo interdisciplinar e busca inovar a área da Tecnologia Assistiva, propondo alternativas mais acessíveis.

Novo instituto ajudará a acelerar a recuperação de pacientes de lesões e cirurgias e desenvolver bioengenharia de tecidos e órgãos, entre outras frentes de pesquisa.

Nos EUA, pesquisadores receberam US$ 30 milhões da Fundação Marcus para a pesquisa desafiadora.

Pesquisadores desenvolvem novo biomaterial com propriedades que desempenham papel fundamental na organogênese dentária in vitro em matrizes 3D artificiais.

Nanopartícula que combina diagnóstico por imagem e terapia térmica tem potencial para tratar tumores como o melanoma e o glioblastoma.

Com monitorização contínua dos pacientes, sensores agregados podem ajudar a prevenir complicações pós-implante.

Usando tecnologia microfluídica, pesquisadores conseguiram produzir quantidade maior de nanopartículas para tratamento direcionado do câncer, em menor tempo.

Ênfase da nova rede incluirá pesquisa experimental avançada em conjunto com computação de alta velocidade, modelagem e colaborações da indústria.

Novo ‘nanoadjuvante’ poderá melhorar sucesso da imunoterapia em casos de câncer de mama triplo negativo.

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