Objetivo do projeto ORION é ajudar a melhorar o tratamento de cada paciente com câncer, a partir de cópias do tumor do paciente em laboratório.

Abordagem versátil e de baixo custo permite estudos com resolução micrométrica de redes de fibras complexas em diversos tecidos, espécies, doenças e preparações de amostras, estendendo os limites da pesquisa neurocientífica e biomédica.

Tecnologia usa ondas de rádio para acessar sinais vitais sem que haja contato com a pessoa.

Estudo avança sobre a compreensão dos padrões de conectividade cerebral, podendo trazer um olhar diferente sobre diversas doenças ou condições.

Modelo superou significativamente modelos de última geração em termos de afinidade de ligação, reduzindo o número de colisões atômicas para quase zero.

Com a tecnologia, novos estudos podem ajudar a restaurar a independência e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Pesquisadores usaram ferramentas de química teórica, inteligência artificial e simulações avançadas.

Redes neurais com convolução quântica, usadas em conjunto com redes clássicas, permitem reduzir significativamente o número de parâmetros do modelo, com bom desempenho em termos de acurácia.

Biossensor avalia gotas de saliva humana usando tira flexível com eletrodos integrada a analisador portátil.

Inteligência artificial ajudou a classificar a atividade elétrica de células de organoides cerebrais para identificar padrões de disparo neural.

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