Pesquisadores usaram tecnologia de edição genética CRISPR, microscopia automatizada, uma ferramenta de análise de imagem por IA e uma técnica que utiliza luz ultravioleta para marcar células individuais de interesse.
Mudança da composição de cepas é fundamental para a eficácia da vacina, já que o vírus se adapta e sofre mutações.
Pesquisadores identificaram e validaram um potencial inibidor que atinge uma proteína essencial para a sobrevivência do protozoário parasita Leishmania.







