A nova rede será a primeira do gênero a conectar pesquisadores, meteorologistas e tomadores de decisão que trabalham com dinâmica climática, previsão de múltiplos riscos e redução de riscos de desastres.

Pesquisadores pretendem colaborar na prevenção e contenção de danos causados por eventos climáticos extremos.

Quase 400 cientistas de mais de 50 países mostraram onde devem ser implementadas proteções específicas para a conservação da megafauna nos oceanos.

Através da pirólise, resíduos dos produtos amazônicos são transformados em carvão vegetal.

Pesquisadores detalharam como o fenômeno tornou as secas 40% mais severas ao longo dos últimos 40 anos.

Novo centro reúne mais de 100 pesquisadores de 33 instituições do Brasil e do exterior, entre universidades, órgãos governamentais, ONGs, empresas privadas e coletivos locais.

Cientistas analisaram 67 ninhos de 17 espécies diferentes de aves, localizados dentro e fora de Áreas de Proteção Ambiental (APAs).

Usando plataformas como Google Earth Engine, QGIS e Python, os pesquisadores mapearam 12.563 quilômetros quadrados de vegetação nativa.

Pesquisa examinou como as propriedades do solo e a disponibilidade de metais e metaloides influenciam a presença de vegetação em ambiente extremamente poluído.

Pesquisa considerou mais de 40 mil incêndios ao longo de 35 anos e os resultados mostraram a necessidade urgente de proteger a vegetação secundária.

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