Tecnologia desenvolvida por pesquisadores do KAIST, na Coreia do Sul, está sendo comercializada por startup.

Dados abertos podem ser a base para novas pesquisas climáticas, viabilizando modelos mais precisos para urbanização, infraestrutura e gestão de desastres.

Utilizando equipamentos de baixo custo, novo processo eletroquímico atua sobre toxinas de longa duração e as converte em produtos químicos que podem ser reutilizados.

Novas células solares são eficientes, ecossustentáveis ​​e com menor custo em relação às tradicionais células de silício.

Nova tecnologia reduz emissões de carbono em até 95% e apresenta baixo consumo líquido de energia porque devolve vapor no processo.

Um dos objetivos da iniciativa é desenvolver um sistema avançado, por meio de Inteligência Artificial, que centralize informações visuais e textuais de radares meteorológicos que sejam relevantes para a previsão de eventos climáticos extremos.

Rede vai reunir universidades, centros de pesquisa, empresas e outras organizações de toda a Europa para desenvolver soluções que respondam às crescentes pressões ambientais, econômicas e sociais sobre os sistemas hídricos do continente.

Encontro ocorreu na Casa da Ciência do MCTI durante a COP30.

Resultados do estudo apontam para a presença de 16 fármacos pertencentes a seis grupos terapêuticos, detectados em 91% dos locais de amostragem.

Relatório revelou que a mortalidade relacionada ao calor por 100.000 habitantes aumentou 23% desde a década de 1990.

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