Descoberta pode explicar diferenças nas respostas a tratamentos com imunoterapia em pacientes oncológicos.

Descoberta foi feita pelo grupo de pesquisa em Genômica Funcional e Epigenética da Universidade de Bolonha.

Pesquisadores utilizaram uma combinação de técnicas de ponta, incluindo microscopia crioeletrônica (crio-EM), ensaios bioquímicos e mapeamento genômico completo para reconstruir como a p53 se liga aos seus alvos de DNA.

Baixa ascendência africana ou asiática no genoma aumenta o risco de surgimento da doença.

Novo modelo, chamado RiboNN, visa orientar o desenvolvimento de novas terapias baseadas em mRNA.

Investimento pode eventualmente levar a novos tratamentos para pessoas com transtornos graves do neurodesenvolvimento.

Pesquisadores descobriram moléculas circulares de RNA ainda pouco conhecidas que podem ser importantes para identificar as formas mais agressivas da doença,

Analisar genes na primeira infância pode auxiliar estratégias para prevenir a obesidade na vida adulta.

Molécula é um longo RNA não codificante que desempenha papel importante na regulação das funções celulares.

Técnica de edição genética poderia reativar circuito genético em humanos com doenças cardíacas para regeneração do coração.

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