Descoberta pode explicar diferenças nas respostas a tratamentos com imunoterapia em pacientes oncológicos.
Descoberta foi feita pelo grupo de pesquisa em Genômica Funcional e Epigenética da Universidade de Bolonha.
Pesquisadores utilizaram uma combinação de técnicas de ponta, incluindo microscopia crioeletrônica (crio-EM), ensaios bioquímicos e mapeamento genômico completo para reconstruir como a p53 se liga aos seus alvos de DNA.
Novo modelo, chamado RiboNN, visa orientar o desenvolvimento de novas terapias baseadas em mRNA.






