Pesquisadores pretendem desenvolver métodos não invasivos e precisos de detecção de cânceres em fase inicial em pacientes com a síndrome de Lynch.
Evento pretende apresentar e discutir as potencialidades e limites do uso da inteligência artificial no cotidiano de profissionais de saúde diante de cenários onde há a necessidade de tomadas de decisões.
Novo instituto ajudará a acelerar a recuperação de pacientes de lesões e cirurgias e desenvolver bioengenharia de tecidos e órgãos, entre outras frentes de pesquisa.
O centro se concentra em três tipos de tecnologias: dispositivos vestíveis, computação de alto desempenho (HPC) e realidade aumentada.
Conectada a uma base de aprendizagem atualizada em regulação e boas práticas em pesquisa clínica, a nova IA generativa funcionará em regime 24×7.
A partir de técnicas de aprendizado de máquina e da análise de dados de ressonância magnética de 1.185 participantes, a nova ferramenta conseguiu detectar lesões a partir de varreduras nas imagens cerebrais



