Na Suíça, pesquisadores desenvolveram um novo biocimento com base na produção escalável de precipitação de calcita induzida por micróbios.

Pesquisadores usaram lignina e glicose como fontes de carbono para desenvolver novos materiais para remover ‘produtos químicos eternos’ da água.

Objetivo do projeto é otimizar o armazenamento da energia produzida por fontes como a solar e a eólica, cuja disponibilidade é muitas vezes imprevisível e não coincide com o pico de demanda de energia.

Nanopartículas de lignina esterificadas atuam como carreadores e agentes de liberação controlada de compostos hidrofóbicos.

Tecnologia usa um reator onde se armazena o material absorvente, que realiza uma reação química com o gás quando ambos entram em contato em determinada temperatura.

Os pesquisadores acreditam no potencial do reator de plasma em reduzir o tempo de reação e o consumo de catalisadores e em melhorar a qualidade do biodiesel produzido.

Fotocatalisadores são cruciais para reduzir o dióxido de carbono.

Material pode capturar e liberar poluentes de forma controlada, usando a luz como estímulo.

Pesquisa utiliza a pirólise para transformar resíduos vegetais em bioinseticidas.

Cientistas desenvolveram um novo dispositivo fluídico que altera a química de muitos produtos, sem a necessidade da adição de mais produtos químicos, como estabilizantes e conservantes sintéticos.

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