Cientistas desenvolveram técnicas e ferramentas de manejo do coral-sol, espécie invasora que pode prejudicar a biodiversidade de ecossistemas marinhos no Brasil.

Estudo mapeou como as correntes atmosféricas desencadeadas pelo El Niño atravessam oceanos e, ao atingir o Atlântico, alteram ventos, chuvas, nutrientes e ecossistemas marinhos.

Projetos de pesquisa conduzidos no laboratório envolvem rios e riachos da Mata Atlântica e o monitoramento de rios amazônicos em função de grandes empreendimentos.

Dados são apresentados nos níveis regional, estadual e microrregional.

Pesquisadores conseguem distinguir o álamo-trêmulo (Populus tremula) e também identificar árvores mortas em pé a partir de imagens aéreas.

Estudo avaliou quase 30.000 espécies de anfíbios, aves, mamíferos e répteis.

Dados abertos podem ser a base para novas pesquisas climáticas, viabilizando modelos mais precisos para urbanização, infraestrutura e gestão de desastres.

Um dos objetivos da iniciativa é desenvolver um sistema avançado, por meio de Inteligência Artificial, que centralize informações visuais e textuais de radares meteorológicos que sejam relevantes para a previsão de eventos climáticos extremos.

Rede vai reunir universidades, centros de pesquisa, empresas e outras organizações de toda a Europa para desenvolver soluções que respondam às crescentes pressões ambientais, econômicas e sociais sobre os sistemas hídricos do continente.

Encontro ocorreu na Casa da Ciência do MCTI durante a COP30.

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