Universidade de Waterloo destacou uma lista de inovações e tecnologias disruptivas que startups fundadas por professores, pesquisadores ou estudantes da universidade têm desenvolvido na área da saúde.
Estudantes desenvolveram esteiras adaptadas e suportes de peso inovadores no Brasil para pacientes com problemas neurofuncionais.
Estudantes da Universidade de Alberta utilizaram bactérias E. coli geneticamente modificadas para decompor resíduos da indústria têxtil em aminoácidos e açúcares, usados como matéria-prima para a confecção de seda (de aranha) sintética


