Método inovador de nanofabricação viabiliza a produção de membranas cristalinas ultrafinas capazes de detectar radiação infravermelha com alta sensibilidade e sem a necessidade de sistemas de resfriamento sofisticados.
Novo bioadesivo é composto de quitosana, uma forma quimicamente modificada de quitina.
Em embriões de galinha, pesquisadores analisaram ligamentos em estágios finais de desenvolvimento e revelaram alterações na organização das fibras de colágeno que fornecem resistência ao tecido.







